Segundo o Diário Catarinense, o muro do Museu Victor Meirelles – cujo prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – amanheceu com uma pichação que critica o cineasta Zeca Pires.
Ainda segundo o jornal, em sua mais recente produção, “A Antropóloga”, ele relata a história de Malu, que chega ao sul do Brasil para desenvolver uma pesquisa sobre etnobotânica e se confronta com experiências sobrenaturais.
“As pessoas tem todo o direito de não gostar do filme, é natural que tenha pessoas que não gostem, mas pichar o patrimônio público é inconcebível”, disse o diretor.
É, pode ser. Mas o debate pra mim, no momento, não é o vandalismo da coisa. É que a pessoa teve muita presença de espírito, isso é indiscutível. É a pichação mais cult que eu já vi!
(Dica do Vinicius)
Arquivado em: Cinema







“Presença de espírito”. Tá aí uma expressão bacana. Sobre a ‘crítica’, só seria melhor se fosse, sei lá, uma tatuagem. Hahaha.
Alguem tem que ser sincero néah…só faltou a rubrica ali embaixo ahushauhsuahs……
[...] um cineasta catarinense tem sua obra criticada nas paredes de um museu de Florianópolis – mais detalhes aqui. Se a moda pegar, sugiro alguém resenhar o próximo livro do Ruy nas paredes do Rio. « [...]